Informação para Coordenadores de
Programas de Pós-Graduação Stricto Sensu

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  1. O que é o GTS?
  2. Qual é o objetivo do GTS?
  3. Por que línguas estrangeiras na pós-graduação?
  4. Formulário GTS para coordenadores de pós-graduação
  5. Quais universidades brasileiras estão usando ou já usaram os exames do GTS?
  6. Missão, objetivos e atribuições do GTS no Brasil.
  7. O GTS vis-à-vis os programas de pós-graduação das universidades brasileiras.
  8. FAQs – Perguntas e Respostas para Coordenadores de Programas de Pós-Graduação

    O que é o GTS?

    Qual é o objetivo do GTS?

No Brasil, o objetivo principal do GTS se divide em três partes complementares: uma voltada para as necessidades dos professores e alunos de pós-graduação de universidades públicas e privadas em todo o território brasileiro, outra que visualiza as possibilidades além dos limites dos campi dessas instituições e uma terceira que lida com temas atuais da lingüística aplicada ao ensino do inglês e línguas estrangeiras. O objetivo do GTS, portanto, é:

  1. Em primeira instância, uniformizar e streamline (agilizar) o processo de elaboração, aplicação e correção de exames de inglês e línguas estrangeiras no nível de pós-graduação (mestrado e doutorado) para universidades públicas e privadas em território brasileiro;

  2. Em segunda instância, viabilizar para universidades brasileiras os mesmos serviços do GTS no campo de línguas estrangeiras, principalmente no que diz respeito ao ensino e avaliação do inglês, que atualmente disponibilizamos para universidades norte-americanas, asiáticas e chinesas; e

  3. Em terceira instância, complementar num âmbito internacional e multidisciplinar o ambiente de investigação acadêmica na área de elaboração, aplicação e correção de exames de inglês e línguas estrangeiras no nível de pós-graduação. Almejamos, desta forma, proporcionar uma nova e importante dimensão adicional às atividades de docência e pesquisa que se ocupam do processo aquisicional e do ensino formal de inglês e de outras línguas estrangeiras tais como o espanhol, o francês, o alemão, o chinês e o árabe.

Visite este link para obter mais informações sobre os tipos de exames ministrados pelo GTS.
Visite este link para saber o formato escolhido pela coordenação do seu programa de pós-graduação: formato dos exames.

    Por que línguas estrangeiras na pós-graduação?

Breve arrazoado explicando por que os alunos de pós-graduação devem ter conhecimento de línguas estrangeiras.

    Formulário GTS para coordenadores de pós-graduação

Formulário GTS para coordenadores de pós-graduação (https://www.gtesting.org/brz/ficha_coord1.htm)

Solicitamos aos coordenadores de programas de pós-graduação que preencham este formulário (https://www.gtesting.org/brz/ficha_coord1.htm), para atender um dos objetivos assinalados abaixo:

  1. Estabelecer um cadastro permanente e solicitar formalmente ao GTS a elaboração de exames de línguas estrangeiras para o seu programa de pós-graduação. Todas as universidades brasileiras com as quais trabalhamos têm conosco um relacionamento de trabalho e cooperação acadêmica não-exclusivo. Isto é, mesmo tendo realizado vários exames de línguas estrangeiras para os seus programas de pós-graduação através do GTS, essas instituições não estão sob nenhuma obrigação de continuar o uso dos nossos exames, podendo suspendê-los quando bem lhes convir e assim o decidir o coordenador ou o colegiado de curso. Temos plena consciência e confiança na qualidade dos nossos produtos e serviços, e sabemos que são essas qualidades os fatores determinantes que mantém os nossos laços profissionais no Brasil bastante ativos e sempre em crescimento;

  2. Estabelecer um cadastro permanente e solicitar ao GTS outros serviços relacionados à tradução ou à capacitação em línguas estrangeiras no nível de pós-graduação;

  3. Solicitar mais informações sobre os exames ou outros serviços do GTS ou mesmo propor algo que ainda não é oferecido pela nosso centro.

Formulário GTS para coordenadores de pós-graduação (https://www.gtesting.org/brz/ficha_coord1.htm)

    Quais universidades brasileiras estão usando ou já usaram os exames do GTS?

Os seguintes programas de pós-graduação stricto sensu de universidades brasileiras, através dos seus Coordenadores e Colegiados de Pós-Graduação, estão usando ou já usaram os exames de línguas estrangeiras do GTS nos seus processos de seleção e podem servir de referência sobre a qualidade dos nossos serviços. Esses programas são:

  1. Programa de Pós-Graduação em Administração, Universidade Federal de Pernambuco
  2. Programa de Pós-Graduação em Antropologia, Universidade Federal de Pernambuco
  3. Programa de Pós-Graduação em Ciência Política, Universidade Federal de Pernambuco
  4. Programa de Pós-Graduação em Ciências Farmacêuticas, Universidade Federal de Pernambuco
  5. Programa de Pós-Graduação em Ciências Geodésicas e Tecnologia da Geoinformação, Universidade Federal de Pernambuco
  6. Programa de Pós-Graduação em Comunicação, Universidade Federal de Pernambuco
  7. Programa de Pós-Graduação em Desenvolvimento Urbano, Universidade Federal de Pernambuco
  8. Programa de Pós-Graduação em Direito , Universidade Federal de Pernambuco
  9. Programa de Pós-Graduação em Engenharia Civil, Universidade Federal de Pernambuco
  10. Programa de Pós-Graduação em Engenharia Elétrica, Universidade Federal de Pernambuco
  11. Programa de Pós-Graduação em Filosofia , Universidade Federal de Pernambuco
  12. Programa de Pós-Graduação em Letras, Universidade Federal de Pernambuco
  13. Programa de Pós-Graduação em Medicina Tropical, Universidade Federal de Pernambuco
  14. Programa de Pós-Graduação em Neuropsiquiatria e Ciência do Comportamento, Universidade Federal de Pernambuco
  15. Programa de Pós-Graduação em Nutrição, Universidade Federal de Pernambuco
  16. Programa de Pós-Graduação em Odontologia , Universidade Federal de Pernambuco
  17. Programa de Pós-Graduação em Saúde Coletiva, Universidade Federal de Pernambuco
  18. Programa de Pós-Graduação em Saúde da Criança e do Adolescente, Universidade Federal de Pernambuco
  19. Coordenação de Cooperação Internacional, Universidade Federal de Pernambuco
  20. Programa de Pós-Graduação em Saúde Pública, Centro de Pesquisas Aggeu Magalhães CPqAM/Fiocruz, Recife, Pernambuco
  21. Programa de Pós-Graduação em Saúde Materno-Infantil, IMIP Instituto de Medicina Integral Prof. Fernando Figueira, Recife, Pernambuco

Visite este link para obter mais informações sobre os tipos de exames ministrados pelo GTS.
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    Missão, objetivos e atribuições do GTS no Brasil

Todos os anos um grande número de programas de pós-graduação de universidades em todo o Brasil solicita a escolas de idiomas tais como a Cultura Inglesa, Fisk, Wisdom, Wizard, Yázigi, etc., e também aos professores dos departamentos de letras das suas respectivas instituições, a elaboração de exames de línguas estrangeiras para serem usados nos seus processos de seleção de pós-graduação stricto sensu. O conhecimento instrumental de uma língua estrangeira é requisito para admissão em muitos desses programas, figurando, também, em vários deles como item classificatório.

O GTS chega ao Brasil, portanto, como resultado direto de uma necessidade premente do atual ambiente acadêmico do país. A nossa entrada no mercado acadêmico brasileiro tem sua origem, também, na proposta que nós, os professores que compomos o GTS, fazemos à comunidade de pós-graduação stricto sensu brasileira. Essa proposta consiste em uniformizar e streamline (agilizar) o supracitado processo de aferição de conhecimento em línguas estrangeiras no nível de pós-graduação de maneira ágil, sistemática e bem estruturada. Em outras palavras, propomos profissionalizar um processo que antes, infelizmente, muitas vezes não dispunha do devido planejamento, de pessoal qualificado ou da infra-estrutura necessária.

    O GTS vis-à-vis os programas de pós-graduação das universidades brasileiras

Primeiro, todos nós do GTS que, com muita perseverança e esforço, tornamos essa organização internacional uma realidade, gostaríamos de agradecer os parabéns e as expressões de aprovação e incentivo muito gentilmente compartilhadas conosco pelos coordenadores de pós-graduação de várias universidades brasileiras. Esse apoio pessoal e institucional é ao mesmo tempo muito bem-vindo e imprescindível para que possamos cumprir plenamente a nossa missão acadêmica e comunitária. Como assinala, muito acertadamente, um desses coordenadores:

Desejamos inicialmente cumprimentá-los pela iniciativa, pois acreditamos que ela possui todas as condições de se mostrar exitosa. Com base na necessidade inequívoca de termos profissionais devidamente capacitados para enfrentar os desafios do mercado atual, podemos dizer que o conhecimento de línguas estrangeiras é essencial para o perfil desses profissionais.... Assim, desejamos avaliar os candidatos de forma adequada e proveitosa, e por isso acreditamos que o GTS é aquele que possui um corpo docente capacitado para tal, livrando-nos de soluções domésticas pouco eficazes.

Alguns dos coordenadores de pós-graduação com quem conversamos no passado sobre a missão e modus operandi do GTS nos fizeram perguntas oportunas e bem colocadas sobre a natureza de um possível futuro relacionamento entre o nosso centro e seus programas. Como essas perguntas abordam temas que também podem ser do interesse de outros coordenadores, transcrevemos abaixo as respostas em formato de FAQs para que todos os interessados possam ter uma melhor idéia do que estamos tentando realizar vis-à-vis os programas de pós-graduação de universidades brasileiras.

FAQs – Perguntas e Respostas para Coordenadores de Programas de Pós-Graduação

    Lista clicável das perguntas

  1. O GTS está propondo um regime único e obrigatório para os exames de línguas estrangeiras no nível de pós-graduação?
  2. Quais seriam os incentivos e benefícios para um programa de pós-graduação trabalhar com o GTS na elaboração de exames de línguas estrangeiras?
  3. O que informam os estatutos ou os regimentos internos das universidades brasileiras com relação aos exames de línguas estrangeiras para admissão a cursos de pós-graduação?
  4. Quais seriam os possíveis problemas acadêmicos e legais para um programa de pós-graduação que elabora e aplica os seus próprios exames de línguas estrangeiras?
  5. Caso um programa de pós-graduação queira incluir um exame de língua estrangeira no seu processo de seleção, atualmente quais são suas opções?
  6. Que tipos de exames de pós-graduação em línguas estrangeiras são oferecidos pelo GTS?
  7. Como sabemos que os exames do GTS são bem elaborados? O que torna válidos os exames do GTS?

    Pergunta 1

Pergunta: O GTS está propondo um regime único para os exames de línguas estrangeiras no nível de pós-graduação?

Resposta: Não. Estamos apenas propondo uma melhor organização e sistematização de atividades que no passado eram realizadas sem muita coordenação ou planejamento. É importante frisar que todos os exames ministrados pelo GTS são completamente voluntários, do ponto de vista dos programas de pós-graduação. Esses programas não estão sob nenhuma obrigação institucional de usar os exames de línguas estrangeiras ou quaisquer outros serviços do GTS. Obviamente, essa é uma prerrogativa desses programas e dos seus coordenadores, que pode ou não ser exercida.

Nos seus respectivos processos de seleção, os coordenadores de pós-graduação podem usar outros exames de línguas estrangeiras, tais como o TOEFL ou o IELTS (inglês), o DELE (espanhol) o DELF/DALF/TEF (francês), o DELI/DILI/CILS (italiano), ou o ZD/KDS/GDS (alemão), entre outros, ou mesmo não usar exame algum. Nós do GTS não temos nenhuma intenção de influenciar, como quer que seja, a escolha de matérias a serem incluídas nos processos de seleção desses programas de pós-graduação.

Como entidade prestadora de serviços especializados para universidades brasileiras, o GTS serve e está à disposição dos programas de pós-graduação dessas instituições e dos seus respectivos coordenadores. Como tal, estamos aptos e dispostos a testar, informar e, quando solicitados, fornecer pareceres e informações mais detalhadas aos coordenadores de pós-graduação e membros das comissões de seleção sobre os candidatos a admissão aos seus programas. Porém, obviamente não podemos interferir, direta ou indiretamente, no processo de seleção desses programas.

    Pergunta 2

Pergunta: Quais seriam os incentivos e benefícios para um programa de pós-graduação trabalhar com o GTS na elaboração de exames de línguas estrangeiras?

Resposta: Primeiro, gostaríamos de salientar que o GTS está trabalhando ou já trabalhou com mais de vinte programas de pós-graduação de universidades brasileiras, elaborando e aplicando exames de línguas estrangeiras para os seus processos de seleção, com a previsão de adesão de vários outros programas e instituições nos próximos meses. Trabalhando com o GTS, esses programas têm obtido excelentes resultados em termos de sistematização dos seus processos de seleção no que diz respeito à aferição do conhecimento de línguas estrangeiras. Como parte do feedback que regularmente solicitamos e recebemos sobre os vários aspectos da nossa operação — para poder melhor atender às necessidades das coordenações e colegiados de pós-graduação com os quais trabalhamos — sabemos que entre as principais razões que levaram esses programas a escolher o GTS como parceiro encontram-se as seguintes:

  1. Os exames do GTS são elaborados por profissionais da área de línguas estrangeiras;
  2. Esses profissionais têm muitos anos de experiência e capacitação no campo de testes e exames;
  3. Têm também experiência de trabalho com renomados centros de exames tais como o CESPE-UnB no Brasil e o ETS-TOEFL nos Estados Unidos;
  4. Todos os examinadores encarregados da elaboração de exames são titulados e detém o Doutorado ou o Ph.D.;
  5. Muitos dos nossos examinadores também têm capacitação em outras áreas (Biologia, Física, Química, Matemática, Medicina, entre outras);
  6. Nossa função primordial é atender às necessidades específicas dos programas de pós-graduação com os quais trabalhamos;
  7. Isso envolve um trabalho em equipe detalhado e cuidadoso com a coordenação do programa e com a comissão de seleção;
  8. Estamos comprometidos com o sucesso dos programas de pós-graduação com os quais trabalhamos e com o ranking desses programas no país.
  9. O preço dos exames específicos do GTS (US$ 90.00) está bem abaixo das taxas cobradas pelo TOEFL ou IELTS (US$ 170.00).
  10. Os exames do GTS são exames específicos com base em livros e artigos da disciplina de pós-graduação a ser examinada. Além disso, os exames do GTS levam em conta a formação acadêmica e os antecedentes culturais dos alunos brasileiros, ao contrário do TOEFL e do IELTS, que são exames genéricos, elaborados sem nenhuma área específica em mente e direcionados para um público não-brasileiro.

Pela primeira vez e de forma sistemática e bem estruturada, os coordenadores de programas de pós-graduação de universidades brasileiras podem contar com o apoio, os serviços e a dedicação de uma equipe internacional altamente qualificada de professores universitários titulados na elaboração e aplicação de exames de línguas estrangeiras. Essa equipe é eminentemente capacitada e está pronta para elaborar, aplicar e corrigir exames de línguas estrangeiras produzidos especialmente para os seus cursos.

    Pergunta 3

Pergunta: O que informam os estatutos ou os regimentos internos das universidades brasileiras com relação aos exames de línguas estrangeiras para admissão a cursos de pós-graduação?

Resposta: De acordo com os estatutos de várias universidades brasileiras, deixa-se a decisão sobre a elaboração, aplicação e correção de exames de línguas estrangeiras inteiramente a critério do Coordendor e do Colegiado de Pós-Graduação. Muitos programas de pós-graduação elaboram e aplicam os seus próprios exames de línguas estrangeiras. Já outros usam exames preparados por companhias tais como o TOEFL, IELTS, Cultura Inglesa, Fisk, Wisdom, Wizard, Yázigi, etc. Porém, ambas práticas são inerentemente problemáticas, como explicitamos na pergunta abaixo (Número 4).

O que temos atualmente nos programas de pós-graduação de muitas universidades brasileiras é uma situação esdrúxula e academicamente indefensável. Amparados pela ausência de uma norma clara e inequívoca nos seus estatutos ou regimentos internos com relação à elaboração, aplicação e correção de exames de línguas estrangeiras para admissão a cursos pós-graduação, esses programas tomam para si mesmos a responsabilidade de ministrarem por conta própria esses testes. Até certo ponto, essa prática é compreensível, já que esses programas nunca tiveram à sua disposição os serviços de um órgão como o GTS, que pudesse atender de maneira ágil, uniforme e pontual às suas necessidades com relação a exames de línguas estrangeiras.

    Pergunta 4

Pergunta: Quais seriam os possíveis problemas acadêmicos e legais para um programa de pós-graduação que elabora e aplica os seus próprios exames de línguas estrangeiras?

Resposta: A situação problemática descrita acima se torna ainda mais espinhosa quando inserimos na atual equação a presença de outras instituições de ensino superior. Que argumentos, por exemplo, poderia uma universidade brasileira oferecer a uma USP, Unicamp, Oxford, Cambridge, UC-Berkeley, MIT, Harvard, Princeton ou Yale para explicar que seus alunos de pós-graduação foram examinados em idioma estrangeiro por pessoas que não têm a devida titulação ou capacitação formal para fazê-lo, já que suas especialidades são em áreas que pouco ou nada tem a ver com a pesquisa ou o ensino de línguas? O que isso diria, diretamente ou por inferência, sobre a idoneidade e seriedade dessa universidade? E como tal informação poderia moldar e informar a maneira como os alunos e professores dessa instituição seriam vistos e tratados no Brasil e no exterior?

Sem dúvida, o cenário descrito acima poderia resultar numa situação potencialmente embaraçosa para um aluno ou professor, no Brasil ou no exterior. Porém, esta não deveria ser a maior das nossas preocupações. Temos que contemplar outro aspecto ainda mais problemático e perigoso com respeito à prática infelizmente muito comum — e definitivamente pouco judiciosa — de programas de pós-graduação no Brasil elaborarem e aplicarem os seus próprios exames de línguas estrangeiras. A possibilidade à qual nos referimos é bastante real e, caso venha a acontecer, causará mais dano e terá repercussões mais profundas e duradouras do que uma simples situação embaraçosa. Estamos nos referindo especificamente a uma possível ação legal movida por qualquer candidato de pós-graduação que se sentir prejudicado por ter sido avaliado (e reprovado) em línguas estrangeiras por pessoas que não têm a devida titulação ou capacitação formal para fazê-lo.

    Pergunta 5

Pergunta: Caso um programa de pós-graduação queira incluir um exame de língua estrangeira no seu processo de seleção, quais são suas opções?

Resposta: Atualmente as opções desse programa são:

  1. Não incluir nenhum exame de língua estrangeira no processo de seleção — uma opção não muito prudente, já que ignoraria o importante papel que as línguas estrangeiras estão desempenhando atualmente no mundo, praticamente em todas as áreas de atividade acadêmica e profissional;

  2. Fazer uso de exames elaborados por professores do seu próprio programa de pós-graduação — uma solução doméstica que é, como expomos acima, pouco eficaz, academicamente problemática e, do ponto de vista legal, potencialmente desastrosa;

  3. Fazer uso dos exames do GTS, elaborados especificamente para cada programa de pós-graduação;

  4. Fazer uso de exames externos tais como o TOEFL ou o IELTS (inglês), o DELE (espanhol) o DELF/DALF/TEF (francês), o DELI/DILI/CILS (italiano), ou o ZD/KDS/GDS (alemão), entre outros. Esta opção geralmente é muito onerosa e pouco prática devido ao alto preço dos exames (atualmente quase o dobro dos valores cobrados pelo GTS) e pelo fato de serem testes genéricos, elaborados sem nenhuma área específica em mente e direcionados para um público não-brasileiro, sem levar em conta a formação acadêmica ou os antecedentes culturais dos alunos brasileiros;

  5. Fazer uso de exames externos elaborados por escolas de idiomas locais tais como Fisk, Yázigi, Wisdom, etc. Esta opção, como as outras mencionadas acima, tampouco atende de maneira eficaz às necessidades dos programas de pós-graduação. Neste caso trata-se de testes genéricos, elaborados sem nenhuma área específica em mente e produzidos por examinadores que geralmente não têm a titulação esperada de profissionais atuantes num programa de mestrado ou doutorado (i.e., Ph.D. ou Doutorado).

    Pergunta 6

Pergunta: Que tipos de exames de pós-graduação em línguas estrangeiras são oferecidos pelo GTS?

Resposta: Visite este link para obter mais informações sobre os tipos de exames oferecidos pelo GTS.

    Pergunta 7

Pergunta: Como sabemos que os exames do GTS são bem elaborados? O que torna válidos os exames do GTS?

Resposta: Por favor, visite a página do nosso website que trata especificamente desta questão.